quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

O futuro está em nossas mãos

Reduzir, Reutilizar, Reciclar

Como podemos ajudar?



Se cada um de nós fizermos a nossa parte, em breve seremos muitos preservando a vida.

A preservação do meio ambiente é dever de todos!
Nós cidadãos temos o dever de cuidar e lutar pela proteção dos animais e pela preservação das florestas e nascentes dos rios. Também devemos economizar água, não jogar lixo nas ruas, não usar tantos produtos descartáveis, reciclar, economizar energia elétrica, entre tantas outras coisas.


Podemos colaborar se utilizarmos a filosofia dos três "R". Você conhece?



Reduzir, Reutilizar e Reciclar

domingo, 6 de dezembro de 2009

http://www.4shared.com/file/109167038/aa3b34cd/MAE_NATUREZA_-__msica.html

Dia Mundial do Meio Ambiente

Em 5 de Junho de 1972, realizou-se em Estocolmo, Suécia, a
1.a Conferência Mundial para o Meio Ambiente e Desenvolvimento, promovida pela Organização das Nações Unidas. A Conferência de Estocolmo, como ficou conhecida, foi um grito de alerta para todo o mundo sobre os perigos da poluição e nela apresentou-se a idéia de que a natureza deveria ser tratada como ciência.



A ONU, em função dessa Conferência, deliberou na Resolução 2.994, que o dia 5 de Junho seria o Dia Mundial da Ecologia e do Meio Ambiente. Porém, tendo em vista a complexidade do assunto passou-se a discutir e estudar a Ecologia e o Meio Ambiente como temas distintos. De maneira que durante as Conferências da ONU os debates também acontecem em datas alternadas, mas as comemorações, geralmente ocorrem no mesmo dia.



Na mesma ocasião, outra resolução criou também a UNEP - o Programa da ONU para o Meio Ambiente. Em 1866, o biólogo alemão Ernst Haeckel propôs que fosse criada uma disciplina mais específica dentro da biologia para estudar as relações dos seres vivos com o meio ambiente. Assim, da junção das palavras gregas "oikos" (casa) e "logos" (estudo) derivou a palavra ecologia. Contudo, essa disciplina ficou restrita aos meios acadêmicos até há pouco tempo.



Somente no século XX, os cientistas e as organizações começaram a dar uma maior importância ao estudo da ecologia, em especial à preservação do meio ambiente, ameaçada pela ação destrutiva do homem. A ecologia ganhou uma importância social após um grande incidente envolvendo o petroleiro Torry Canion que derramou 123 mil toneladas de óleo no mar, na costa da Inglaterra, em 1967.



Desde então, a palavra ecologia ficou ligada ao conceito de preservação da natureza e o homem passou a observar os resultados de sua intervenção no meio ambiente. A preservação dos meios naturais como uma condição para a manutenção da vida é o motivo pelo qual a ONU tem se esforçado para consolidar tratados e políticas ecológicas entre as nações. Dentre os assuntos mais discutidos estão a preservação de mananciais de águas, diminuição da emissão de poluentes e preservação das matas nativas.



Em 1992, a segunda Conferência Mundial para o Meio Ambiente e Desenvolvimento, conhecida como Eco-92, aconteceu no Rio de Janeiro. O Brasil assumia um compromisso com a preservação da Natureza, em especial por suas matas nativas, como a Floresta Amazônica. A ECO-92 apresentou importantes documentos que deliberaram sobre os efeitos da economia industrial sobre o meio-ambiente.



Esses documentos levantavam questões de difícil aplicação pois agiam sobre o desenvolvimento das nações industrializadas, ou seja, os países ricos, e também sobre os países em desenvolvimento. Um desses documentos foi a famosa Agenda 21, assinado por 179 países, que discorria sobre a aplicação regional de políticas de desenvolvimento sustentado, ou seja, o desenvolvimento que possa se auto-sustentar, sem esgotar os recursos naturais disponíveis.



Atualmente, a maior preocupação dos ecologistas tem sido o aquecimento global provocado pela emissão de poluentes na atmosfera. Esse aquecimento do planeta é responsável pelas súbitas mudanças climáticas que temos presenciado e acarretam terríveis conseqüências para o homem. Os países poluidores, em geral os mais ricos, são os principais responsáveis pela "saúde do planeta".



Em 1997, foi assinado o Protocolo de Kioto, um tratado com essas nações que ficaram comprometidas com o corte de 5% nas emissões de gases poluentes. Contudo, os Estados Unidos, primeiro colocado em poluição da atmosfera, se retirou do acordo, o que torna ainda mais difícil acalentar a esperança de um futuro mais saudável para a humanidade.









Dia Mundial do Meio Ambiente

5 de junho

VAMOS PRESERVAR O QUE AINDA RESTA

IMPORTANTE!!!

Resíduos Sólidos Urbanos

Diante da crescente problemática ambiental, temas como poluição e o impacto causado por grandes indústrias em seu meio sempre vêm à tona. Porém, não menos importante, são os impactos causados pelos cidadãos no seu dia-a-dia, principalmente no que se refere ao consumo de produtos e o descarte inadequado desses resíduos. Nesta tônica podemos citar a disposição irregular de óleo de cozinha, pilhas, baterias, lâmpadas fluorescentes entre muitos outros.


Este fato se dá, em grande parte, pelo desconhecimento da população no tocante a correta destinação final desses resíduos ou mesmo da existência e localização dos pontos de coleta dos mesmos.


O óleo doméstico, por exemplo, não deve ser jogado nos ralos e vasos sanitários dos imóveis, pois, ainda que nas Estações de Tratamento seja tratado, o acúmulo de óleos e gorduras nos encanamentos pode causar entupimentos, refluxo de esgoto e até rompimentos das redes de coleta.


A melhor forma de descarte dos óleos utilizados é colocá-los em uma garrafa plástica, por exemplo, as de refrigerantes, fechá-las e colocá-las no lixo normal, ou seja, o lixo orgânico. O óleo pode ser transformado em matéria-prima, para produção de material de limpeza, cosméticos, fertilizantes, biodiesel. Ainda, há que citar as pilhas, baterias e assemelhados que convertem energia química em energia elétrica.


De fato, o conceito de pilhas e baterias engloba as mais distintas formas que estes podem adotar, desde a bateria de um celular, a uma simples pilha de um controle remoto. A legislação brasileira proíbe o lançamento de pilhas e baterias in natura a céu aberto, tanto em áreas urbanas como rurais; queima a céu aberto ou em recipientes, instalações ou equipamentos não adequados, conforme legislação vigente; lançamento em corpos d'água, praias, manguezais, terrenos baldios, poços ou cacimbas, cavidades subterrâneas, em redes de drenagem de águas pluviais, esgotos, eletricidade ou telefone, mesmo que abandonadas, ou em áreas sujeitas à inundação.


A Resolução CONAMA nº. 257/1999, determina que compete aos fabricantes e revendedores o recolhimento e encaminhamento adequado destes materiais para disposição final. Já a Instrução Normativa nº. 2/2000, obriga todos os produtores e importadores de pilhas e baterias a se cadastrarem no IBAMA.


O descarte das pilhas domésticas gera uma discussão: muitos acham que o seu recolhimento deveria ser feito pelas empresas, uma vez que muitas cidades não são providas de aterros sanitários. Já o segmento empresarial alega que é responsabilidade das prefeituras prover os municípios de infra-estrutura básica. Outro produto cujo descarte tem causado bastante preocupação entre os ambientalistas é a lâmpada fluorescente.


O tratamento final mais recomendado para este produto é, sem dúvida, a reciclagem. Enquanto o consumo destas lâmpadas aumentou significativamente nos últimos anos, o mesmo não se pode dizer de sua destinação correta. São consumidas no Brasil cerca de 85 milhões de lâmpadas e, desse montante, apenas 4% são destinadas à reciclagem. À semelhança do que ocorre com o óleo de fritura, pilhas, baterias e lâmpadas fluorescentes, evidencia-se que a reciclagem surge sempre como a primeira opção em relação a outros inúmeros resíduos e já se mostra bem sucedida em vários segmentos, a exemplo das latas de alumínio, hoje quase totalmente reaproveitadas.



Assim, a destinação final dos resíduos sólidos urbanos deveria ocupar lugar primordial na pauta das políticas de governo e, principalmente, nos programas de educação de todos os municípios.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Poluição Difícil é Respirar!







CARANGOS POLUENTES
Andar nas ruas de uma cidade grande pode não ser um passeio muito gostoso. Muitas vezes nos sentimos em uma cortina de fumaça e fedor, barulho e confusão. Fica difícil respirar e ficamos sem fôlego. Parece até que estamos em um filme de ficção científica daqueles em que o futuro é aterrorizante.
Mas a poluição é real e não estamos no futuro _ o presente é que está se tornando... sufocante! Sem perceber, você já deve ter sentido a poluição do ar. É aquela fumaça malcheirosa e escura que faz o céu mudar de cor e a gente ter dificuldade para respirar. Os carros são a principal fonte de contaminação do ar: os gases que saem dos escapamentos são responsáveis por 40% da poluição nas grandes cidades!Isso para não falar dos gases das indústrias, do efeito estufa e do buraco na camada de ozônio...

domingo, 29 de novembro de 2009

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Plante Árvores: Somente as plantas podem absorver o CO2 do ambiente e produzir oxigênio.

Tanto tem se falado em torno de soluções possíveis para os efeitos do aquecimento global. Seja no nível macro, envolvendo instâncias governamentais e setores de produção; seja no nível micro, compreendendo vizinhanças, bairros e cidades. Mas o que é possível fazermos, de fato, para colaborar?

Segundo o Instituto Akatu, as escolhas de consumo que fazemos, sendo conscientes de seu impacto e voltadas à sustentabilidade, constituem um importante passo para mudar esse quadro. O consumidor consciente, além de estar comprometido em consumir produtos vindos de empresas responsáveis do ponto de vista socioambiental, é aquele que busca disseminar suas práticas no dia-a-dia.

Listamos abaixo algumas coisas bem simples que você deve fazer para frear o processo de aquecimento global.

Caminhe ou vá de bicicleta quando puder. Carros são mais responsáveis por danos a atmosfera do que as indústrias;
Recicle - o lixo que não é reciclado acaba em um aterro , gerando metano e CO2; além disso, produtos reciclados requerem menos energia para ser produzidos do que produtos feitos do zero;
Plante árvores e outras plantas onde puder - as plantas tiram o CO 2 do ar e liberam oxigênio;
Jamais queime lixo - A queima lança CO2 e hidrocarbonetos para a atmosfera.
Certifique-se de que seu carro está com o motor regulado - isto permitirá que ele funcione com maior eficiência e produza menos gases nocivos;
Troque suas lâmpadas incandescentes por fluorescentes. Lâmpadas fluorescentes gastam 60% menos energia que uma incandescente. Assim, você economizará 136kg de gás carbônico anualmente.
Limpe ou troque os filtros o seu ar condicionado Um ar condicionado sujo representa 158 quilos de gás carbônico a mais na atmosfera por ano.
Prefira eletrodomésticos de baixo consumo energético. Procure por aparelhos com o selo do Procel ou Energy Star (em importados).
Não compre o que não for necessário. Prefira produtos ambientalmente corretos;
Não deixe seus aparelhos em standby. Simplesmente desligue ou tire da tomada quando não estiver usando um eletrodoméstico. Em standby de um aparelho usa de 15% a 40% da energia consumida quando ele está em uso.
Descongele geladeiras e freezers antigos… se é que você ainda tem um! Considere trocar de aparelho. Os novos modelos consomem até metade da energia dos modelos mais antigos.
Troque seu monitor antigo por um de LCD. Além de ficarem mais bonitos e ocuparem menos espaço em sua casa, são muito mais econômicos.
Divulgue a idéia . Lembre-se também de sugerir para seus amigos a adoção destas práticas.
“Pensar globalmente. Agir localmente”

Outras medidas importantes:
- Não deixe uma torneira pingando e nem escove os dentes com a torneira aberta;
- Fique atento (a) ao tempo dedicado aos banhos;
- Na hora de varrer o quintal ou a calçada, use a vassoure e não a mangueira;
- Dê preferência aos alimentos da estação e, se possível, orgânicos;
- Tente aproveitar as sobras. Com os talos do agrião, por exemplo, se faz um ótimo refogado;
- Quando for às compras, leve sacolas plásticas ou bolsa que disponha em sua casa;
- Atenção à quantidade de luzes acesas em casa;
- Jogue pilhas e baterias nos postos de coleta;
- Use somente pilhas recarregáveis;
- Desligue monitor quando não utilizar seu computador por mais de 15 minutos;
- Desligue seu computador quando não estiver em uso;
- Imprima somente o necessário
Pergunte aos mais velhos se o tempo era assim antigamente. Provavelmente dirão que não.

O homem moderno alterou drasticamente o nosso sagrado meio ambiente. Este frágil equilíbrio conquistado depois de milhões de anos de evolução foi perturbado e o futuro da vida inteligente na Terra está em cheque.

O Aquecimento Global é facilmente comprovado pelas plantas que florescem em pleno inverno. A primavera tem se antecipado em diversas partes do mundo. O fenômeno pode ser sentido não só nos termômetros e nas plantas mas na nossa própria pele. Para piorar este cenário quente, as tempestades estão ficando mais fortes e imprevisíveis.

Se você acha que o que estão falando sobre as mudanças climáticas é exagero, abra os olhos. O clima já mudou bastante, mas pode ficar muito pior...

OLHA QUEM ESTÁ VENDO TUDO

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Uma verdade inconveniente

história em quadrinhos

Agenda 21

O que é a Agenda 21

Agenda 21 é um conjunto de resoluções tomadas na conferência internacional Eco-92, realizada na cidade do Rio de Janeiro entre 3 e 4 de junho de 1992. Organizada pela ONU (Organização das Nações Unidas) contou com a participação de 179 países e resultou em medidas para conciliar crescimento econômico e social com a preservação do meio ambiente. Na Agenda 21 cada país definiu as bases para a preservação do meio ambiente em seu território, possibilitando o desenvolvimento sustentável.

Principais temas tratados na Agenda 21

- Combate à pobreza.

- Cooperação entre as nações para chegar ao desenvolvimento sustentável.

- Sustentabilidade e crescimento demográfico.

- Proteção da atmosfera.

- Planejamento e ordenação no uso dos recursos da terra.

- Combate ao desmatamento das matas e florestas no mundo.

- Combate à desertificação e seca.

- Preservação dos diversos ecossistemas do planeta com atenção especial aos ecossistemas frágeis.

- Desenvolvimento rural com sustentabilidade.

- Preservação dos recursos hídricos, principalmente das fontes de água doce do planeta.

- Conservação da biodiversidade no planeta.

- Tratamento e destinação responsável dos diversos tipos de resíduos (sólidos, orgânicos, hospitalares, tóxicos, radioativos).

- Fortalecimento das ONGs na busca do desenvolvimento sustentável.

- Educação como forma de conscientização para as questões de proteção ao meio ambiente.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

O que é o Desequilíbrio Ecológico

A natureza demorou milhões de anos para equilibrar os ecossistemas. Porém, uma pequena mudança pode provocar o desequilíbrio ecológico.

O desequilíbrio ecológico ocorre quando algum elemento (animal ou vegetal) de um ecossistema é reduzido em quantidade, adicionado ou subtraído. Esta mudança pode originar reações em cadeia e repercutir diretamente no funcionamento do ecossistema.

Causas

A ação do homem é a principal causa de desequilíbrio ecológico na atualidade. Entre estas ações, podemos citar o desmatamento, a caça e a pesca sem controle e a urbanização em áreas de matas e florestas.

Exemplo e consequências

Homens começam a caçar cobras numa determinada área ecologicamente equilibrada. Com a diminuição no número de cobras aumenta consideravelmente o número de sapos (alimento destas cobras). Com isso, a quantidade de insetos começa a reduzir significativamente, podendo faltar para outras espécies que também se alimentam de insetos. Isso pode até provocar a extinção de certas espécies, caso elas sejam encontradas apenas naquela área. Com a diminuição das cobras, pode também aumentar o número de roedores (ratos, por exemplo) que podem invadir áreas residenciais próximas em busca de alimentos.